poesia . fotografia . & etc.


Talvez o mundo não seja pequeno / Nem seja a vida um fato consumado . Chico Buarque de Hollanda, com Gilberto Gil








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segunda-feira, 20 de maio de 2013

ANIMA
poemas de J.M.T.S.
trabalhos de Ana Abreu|Espaço(I)maculado











Animal que devora o próprio fim
a batata insiste, persiste nela
avança para onde não estará
distende as presas, garras de si mesma
e meninas bordam, dobram motivos
de humidade, quadros de bolor
o que vai vivendo nas naturezas mortas





As imagens de batatas e borboletas fazem parte de conjuntos iconográficos cujo desenvolvimento teve como referente o arquivo do Instituto de Reinserção Social para Raparigas, que durante décadas esteve sediado no espaço do Convento Corpus Christi, em Vila Nova de Gaia.


ANIMA está publicado nas edições LÍNGUA MORTA  aqui






terça-feira, 1 de maio de 2012

espaço (i)maculado . ana abreu









As imagens de batatas, borboletas e meninas fazem parte de conjuntos iconográficos cujo desenvolvimento teve como referente o arquivo do Instituto de Reinserção Social para Raparigas, que durante décadas esteve sediado no espaço do Convento Corpus Christi, nas margens do Douro, em Vila Nova de Gaia.


 


ANIMA é uma sequência poética a partir do projecto Espaço (I)maculado, nas edições Língua Morta. (aqui)


Trazem nas asas fios de humidade
estas manchas, crostas do ar espesso
ou lascas da alma ou lixívia entornada






quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

espaço (i)maculado . ana abreu


As imagens de batatas, borboletas e meninas fazem parte de conjuntos iconográficos cujo desenvolvimento teve como referente o arquivo do Instituto de Reinserção Social para Raparigas, que durante décadas esteve sediado no espaço do Convento Corpus Christi, nas margens do Douro, em Vila Nova de Gaia.




ANIMA é uma sequência poética a partir do projecto Espaço (I)maculado, nas edições Língua Morta. (aqui)


Borboletas provêm de batatas
de ranho, baba, extensões difíceis





quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

ANIMA

Em Papéis | publicações, críticas, na margem direita deste blogue (ou aqui), acrescentou-se aos textos já arquivados sobre As Súbitas Permanências, de Fernando Guimarães e Ramiro Teixeira, a apresentação de Anima por Rosa Mesquita, que aconteceu no Convento Corpus Christi, em Vila Nova de Gaia, em 12 de Novembro passado.

Rosa Mesquita
tem-se dedicado à investigação em torno da poesia portuguesa contemporânea. Abordou no seu trabalho de mestrado a relação entre o Cinema e a Poesia de Manuel Gusmão e trabalha actualmente no seu doutoramento, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, sob a orientação de Rosa Maria Martelo.








terça-feira, 22 de novembro de 2011

espaço (i)maculado . ana abreu









As imagens de batatas, borboletas e meninas fazem parte de conjuntos iconográficos cujo desenvolvimento teve como referente o arquivo do Instituto de Reinserção Social para Raparigas, que durante décadas esteve sediado no espaço do Convento Corpus Christi, nas margens do Douro, em Vila Nova de Gaia.

fotografia de Amélia Nabais a partir de instalação



ANIMA é uma sequência poética a partir do projecto Espaço (I)maculado, nas edições Língua Morta. (aqui)



cerzindo de brandura as batatas
tecidas de puída transparência
e nascem borboletas de asas tão pesadas





quarta-feira, 9 de novembro de 2011

espaço (i)maculado . ana abreu







As imagens de batatas, borboletas e meninas fazem parte de conjuntos iconográficos cujo desenvolvimento teve como referente o arquivo do Instituto de Reinserção Social para Raparigas, que durante décadas esteve sediado no espaço do Convento Corpus Christi, nas margens do Douro, em Vila Nova de Gaia.




ANIMA é uma sequência poética a partir do projecto Espaço (I)maculado, nas edições Língua Morta. (aqui)



quando subimos ou tanto caímos
são os poços do ar, as meninas perdidas






sexta-feira, 21 de outubro de 2011

espaço (i)maculado . ana abreu










As imagens de batatas, borboletas e meninas fazem parte de conjuntos iconográficos cujo desenvolvimento teve como referente o arquivo do Instituto de Reinserção Social para Raparigas, que durante décadas esteve sediado no espaço do Convento Corpus Christi, nas margens do Douro, em Vila Nova de Gaia.

fo
tografia de Amélia Nabais a partir de instalação



ANIMA é uma sequência poética a partir do projecto Espaço (I)maculado. A sair em finais de Outubro nas edições Língua Morta. (aqui)




Há nas vidas a vida das batatas
o que sempre assim fica por rimar